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Você conhece as Metas Internacionais para a Segurança do Paciente?


Seja você um profissional da área da saúde ou um paciente usual, é importante saber que muitos esforços estão sendo feitos para garantir que o paciente em atendimento receba apenas ajuda, sem nenhum dano adicional. 

Nem sempre houve legislação específica e direcionada ao atendimento seguro, embora profissionais da saúde - em especial os que prestam os cuidados integrais - sempre prezaram pelo atendimento o mais seguro possível. Mas ainda faltava uma normatização para direcionar estes esforços.



Em abril do ano de 2013, o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP)  - do Ministério da Saúde - elaborou e estabeleceu 6 metas para garantir que o paciente em assistência seja atendido dentro de padrões pre-estabelecidos, sem aumento do dano.


As metas:

  1. Identificação do paciente;
  2. Comunicação efetiva;
  3. Uso seguro de medicamentos de alta vigilância;
  4. Cirurgia segura;
  5. Prevenção do risco de infecções;
  6. Prevenção do risco de queda.

O que isso significa para você, paciente? Quando precisar de atendimento médico (independente se for particular, por plano de saúde ou pelo SUS) seu atendimento passará por uma série de verificações para garantir que você receba o medicamento correto, que este medicamento esteja dentro de perfeitas condições de armazenamento e validade, que seja aplicado da forma correta, com as devidas técnicas para reduzir risco de lesão, reação ou infecção associada. As metas ainda têm objetivo de reduzir erros cirúrgicos, através de confirmação múltipla de sua identificação, da prescrição de cirurgia, da sala de cirurgia devidamente preparada conforme todas as especificações técnicas, do treinamento adequado do pessoal, de check lists a serem preenchidos antes, durante e depois de cada procedimento. 


Um passo importante criado com esta regulamentação foi a ferramenta de notificação de eventos adversos. Porém, ainda há a dificuldade dos profissionais de saúde e gestores em implementar programas de segurança do paciente e gestão do risco por falta de conhecimento e estrutura.


Como você pode contribuir, se for um paciente?


Primeiro, seja paciente! Várias vezes você terá de responder seu nome e data de nascimento. Faz parte dos procedimentos de segurança a confirmação verbal do paciente, então, apenas informe o que for solicitado, para sua própria segurança.

Sobre medicamentos: Informe à equipe os medicamentos de uso habitual, com as dosagens. Preferencialmente traga as receitas.
Não dê nenhum medicamento à sua criança (incluindo fitoterápicos) além daqueles prescritos pelo médico.
Em caso de dúvidas,  procure o profissional de saúde que presta cuidados à criança.

Sobre infecção associada: Use álcool gel ou lave as mãos com água e sabão sempre que chegar a uma unidade de saúde e antes de ir embora. Providencie que o seu acompanhante faça o mesmo.


E você, é profissional da saúde? Como  você utiliza o check list para garantir a segurança de seu paciente durante o atendimento?




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